domingo, 21 de novembro de 2010

Life


E eu acordo,sinto o vento na janela,o aroma do café e tudo me parece extremamente no lugar.Meus sonhos,meus amores,minha realidade.Minhas inspirações não param de surgir,e eu penso de onde tiro tanto amor pela vida,mesmo com alguns obstáculos,costumo pensar que não deixarei de tentar construir e realizar meus sonhos, minhas vontades. Pedras podem causar certo desmoronamento na minha estrutura, mas eu tenho armas pra recomeçar, sempre.As coisas estão dando certo,e continuarão,a se continuarão dando certo.Sabe porque ? Estou amando tudo isso.Porque eu tenho uma coisa,que poucos possuem,a auto felicidade,não preciso de um outro ser humano pra ter um dia feliz,Não preciso de uma conta bancária,muito menos de qualquer outra coisa.Eu acordo e simplismente me sinto feliz,por mim mesma!Comigo mesma.Tenho total convicção de que meus dias sou eu quem faço,sempre escolho o bom humor ao mal amadismo,o sorriso ao choro,o silêncio à palavra perdida.Egoismo ? claro que é,mas eu tenho o direito de ser,a vida é minha e eu só terei uma.Enquanto pessoas perdem um dia feliz por estarem deprimidas por algo que alguém falou,fez ou não fez,eu não ligo.Eu não fui sempre assim.Mas eu descobri a fórmula da felicidade.Não vou contar o caminho até ela,senão perde o encanto.Só sorria que você chega lá,eu sei que é assim.Eu conheço os meus dias.Sei em quem confiar,sei dançar conforme a música,sei ser insuportável e amável ao mesmo instante.Meus vícios são saudáveis e eu posso dizer : Se eu pudesse eu mudava o mundo,mudava tudo de errado que taaanto parece normal hoje em dia. aaah eu mudava.Mas como nem o pink e cérebro conseguiram conquistar ele,quem sou eu pra ter essa ilusão,hehe,eles são grandes ratos(morro de rir deles).Enfim,é isso aí,não dependa de ninguém pra estar feliz,isso não é saudável,não digo que deves ser um ser só,nem pensar,mas saiba mão depender deles.não pra sorrir.Welcome to my life.Por que quem tem a melhor intenção,o melhor no coração,cedo,tarde,amanhã,algum dia,recebe tudo em troca,em dobro.


Patrícia Santos.



sábado, 13 de novembro de 2010

Só quero escrever...


Já estou tão habituada com os meus dias tão turbulentos e cheios de afazeres e planos,que o sábado me parece tão desinteressante,tão sem graça,super meia boca.Penso na vida,faço planos,organizo mil pensamentos e volto a achar o sábado o pior dia do mundo.Mexo e remexo em meu computador,mudo mil vezes de idéia,navego pela internet,buscando algo bom.Às vezes acho,às vezes não.Aí então,começo a sentir falta,falta de tudo,de coisas que eu nem mesmo conheço.Mas sinto falta,eu sei,não entendo.Algumas vezes,saiu pela cidade,assim,só.Caminhos pelas calçadas,música nos ouvidos,sem rumo certo,na maioria das vezes não saiu do meu bairro,mas isso me acalma,não entendo porque,mas acalma,a alma.E o sábado continua sendo chato.O lado bom é que passa rápido,e logo segunda chega,e eu volto pra minha amada rotina,minha mais amada ainda faculdade,não tão amável quando o que se analisa são as pessoas que por lá andam também.Maas isso é,em qualquer lugar,mas eu confesso que lá,me agarro a poucas pessoas que me fazem bem,e com quem me sinto segura,de todo o resto escolho a distância,me afasto, sinto de longe a potência da rasteira que eu estaria vunerável a levar,isso é fato,eu sinto,eu observo,eu me afasto,de pessoas assim.,a minha vida abre mão.Não quero,não terei.Pessoas que ao meu lado andam,tenham certeza,é de coração.O meu coração seleciona,bom e ruim,ruim e bom.Nada de mais ou menos,eu quero inteiro.Eu quero vida,eu quero paz.Não pense que sou julgadora,sou um pouco,mas não por mal,simplesmente cuido da minha vida,que é um conjunto de escolhas,e nesse momento,eu quero minha segunda,terça,quarta...

sábado, 6 de novembro de 2010

Estado civil: Desinteressada


Obs: Esse texto não é de minha autoria,é de autoria de Camila Paier,que adimiro muito,acompanho seu blog diariamente.Me identifiquei com esse post,e resolvi postar aqui.Faço de suas palavras Camila, as minhas.

E daí que eu sou só falta de interesse em tudo que não me atiça os olhos, ou palpita as veias. Abnego toda e qualquer coisa que não me dignifique como realmente me sinto: no topo, inatingível. Hoje eu é que me sinto mais madura e tão mulher pra mais da metade, ou praticamente todos, os caras que passaram na minha vida. Só me deixo sair da linha pelo que for maravilhoso, singular, diferenciado. Ou valer muito a pena. Deixo meu coração trancafiado às sete chaves, porque para chegar até o cerne, até o limite onde hoje ele se encontra denso e escondido, será uma verdadeira prova de fogo que quem se queima cai fora - onde falta capacidade, me sobra agora indiferença. Sem vidas a mais, sete, cinco; apenas essa única com a qual viemos à Terra e não há data marcada para o fim. Tudo porque minha preocupação em ser altruísta é tão leve e companheira da minha própria presença, que minha vontade é muito mais de seduzir e cair fora, do que simplesmente tentar ver em todo e qualquer homem alguma coisa boa que me faça prestar atenção com mais destreza e sensibilidade. Não vale a pena, eu penso. Me cansa inteira ficar desenrolando alguma paixão onde já se fecharam portas - ou há janelas que nunca penso em deixar abertas - e ouvir de todo mundo que as pessoas mudam, e merecem chances, e que só irei saber realmente onde dá, se tentar. Quando na realidade, sei que se ocupamos nosso tempo tentando fazer com que qualquer sentimento desponte por quem não nos completa, nem nos faz pensar furtivamente em alguma hora do dia, seja no caminho pra casa, ou naquele cartaz de filme exposto em frente à locadora, não vale a pena. Isento qualquer preocupação previsível de futuro. E curto, tento aproveitar ao máximo. Rio, e danço, sem pensar nem no amanhã e nem em dia nenhum, querendo apenas que o hoje me faça deitar na cama e pensar: foda-se todo esse mundo, eu me diverti. As pessoas que se preocupem consigo mesmas e suas felicidades irreais, ilusórias. Não foi a isso que me fizeram acatar? Inscrita no desapego way of life, desbanco oportunidades, e esbanjo despreocupação por aí. Incrivelmente, isso atrai.
Agora são os outros que esperam essas minhas ligações que não ocorrerão, e respostas de perguntas que detesto e deixo no ar, tudo porque já fui por demais pisoteada, e se num dia somos caçador, a glória de ser caça e fugir pra longe, correr veloz, chega também. Nenhum apego, isenção de afetos. Sem mais pensamentos depressivos em músicas suaves, ou vontades incontroláveis de ligar para o que um dia fez total sentido. E o melhor: ver que esse lado da moeda (ou proposta temporária de vida) pode ser algo altamente interessante. E benéfico. Que funciona muito melhor ao ego do que fazer as unhas na sexta-feira ou comprar um par de sapatos. Ou cortar o cabelo, ou escutar cinco cantadas por quarteirão percorrido. Quando você está por cima, você realmente se sente poderosa e feminina, meio como aquelas mulheres escorregadias dos filmes em preto e branco, década de cinquenta, que amam quem não devem e fazem sofrer aqueles que insistem em tentar mergulhar em algo que os afogará. Capaz de sair de táxis em movimento, e atravessar a rua com um sorriso na face, em fuga. Sem se sentir vadia, ou promíscua, apenas uma lady que se preocupa apenas em manter a vida ocupada, e a mente leve, sã. Que vai vivendo, e vendo no que dá, enquanto nada a faça novamente suar as mãos, ou manifestar os tão antigos e apegados sentimentos de ansiedade frequente. Uma menina que arranca e larga flores pelo caminho, deixadas ao chão, ou em árvores aleatórias, até o encontro do girassol que a faça envolver o mundo, e desprender toda sua majestosa atenção. E que valha a pena, na mesma medida altamente real que ela também vale.


Mais aqui: http://calmila.blogspot.com/#ixzz14YVU9Zlv